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O secretário municipal de Saúde de Salvador, Leo Prates, voltou a questionar, nesta quinta-feira (16), o veto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao uso da Coronavac em crianças e adolescentes. De acordo com ele, a liberação do imunizante teria evitado a suspensão da vacinação para menores de idade na capital baiana.
A imunização de adolescentes sem comorbidades foi suspensa na capital baiana nesta quinta. A interrupção obedece uma orientação do Ministério da Saúde, que justificou cautela após a morte de um adolescente que tomou a vacina da Pfizer, autorizada pela Anvisa para a faixa etária.
“Apenas uma pergunta a (sic) ANVISA: Como o Chile tem informações para autorizar o uso da Coronavac em crianças e o Brasil não? E, segundo a imprensa internacional, com sucesso! Não precisaríamos parar a vacinação se tivéssemos com a Coronavac aprovada!”, escreveu Prates nas suas redes sociais.
A publicação foi feita anexada a uma reportagem da CNN, com o título “Chile superou a variante Delta. Agora está correndo para vacinar crianças”. O país foi um dos primeiros a autorizar a vacinação com Coronavac para crianças de 6 a 11 anos, iniciada nesta segunda-feira (13).